Estas subidas assustam-te pela sua verticalidade quando as observas de baixo e queres acabar com elas e não que
elas acabem contigo, é uma questão de força pura. Podem estar alternadas entre as outras subidas mais longas
ou isoladas em metade da tua rota. Fazendo o percurso em grupo, há ocasiões em que funcionam como filtro em que parte do grupo inicia com um arranque forte mas de repente quebram. É importante que baixes a mudança e subas a cadência para recuperar parte do sobre esforço.

PARA SUPERAR estas subidas em grupo vais ter que baixar a cadência e puxar pelos braços, e provavelmente não vais conseguir ir a mais de 70 rpm. Aproveita ao máximo o peso do corpo para puxar balançando a bicicleta de um lado para o outro, mesmo que te sintas a travar por falta de força. Não abrandes a intensidade até ter ultrapassado significativamente a parte mais alta.

SUPER SUBIDAS: Chamamos este treino desta forma para o diferenciar do resto. Localiza uma subida curta
e muito inclinada até que chegues a uma zona plana. Aquece e dirige-te à base da subida a uma velocidade média. A cerca de 30 metros do início da subida segura o guiador, coloca-te em pé sobre os pedais e começa a sprintar mantendo a intensidade quando chegares à subida cerca de 20 segundos.

A recuperação tem que ser longa, entre 4 a 6 minutos ou até que a pulsação desça cerca de 40 batimentos por minuto em relação aos batimentos que tinhas ao terminar o sprint.

Se fores iniciado bastará que faças 4 super subidas. Um praticante médio pode conseguir fazer duas séries de 3 super subidas com 10 minutos de rodagem suave entre as séries e um ciclista experiente pode chegar a 2 séries de 5 supersubidas com 4 minutos de recuperação entre elas e 8 minutos entre séries.

Fonte: SportLife Agosto de 2015

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