Existe uma necessidade inata de seguir ou ouvir as pessoas percebidas como líderes e afastarmo-nos das pessoas percebidas como submissas. Entre o êxito e o fracasso há esta diferença!

Insisto sempre na questão de interpretar e contornar os sinais de domínio, não por uma questão de EGO mas sim por questão de liderança e domínio da interação.

Dominar é a manifestação do sistema límbico “resposta de luta”, mesmo que raramente estejamos em situações que exigem uma luta real, usar a nosso domínio é como usarmos o nosso corpo para demonstrar liderança, confiança, profissionalismo, credibilidade, para intimidar alguém e até quando queremos ser percebidos como mais interessantes e competentes.

Dominar evita que nos percebam como “alvos“ fáceis para manipular ou como fáceis de controlar, protege-nos dos “predadores” (maus chefes; maus vendedores, maus amigos, …) e mais importante ainda é a característica mais importante para transmitir carisma, competência e liderança.

Existe uma necessidade inata de seguir ou ouvir as pessoas percebidas como líderes e afastarmo-nos das pessoas percebidas como submissas. Muitas pessoas acreditam de que não confrontar o dominante é a melhor maneira de agradar, o que acontece é que nós gostamos de pessoas iguais as nós e ser submisso tem efeito contrário. Para agradar os dominantes devemos exibir também comportamentos de domínio e como treinador terá obrigatoriamente.

Leio o restante texto, com José Peseiro como exemplo – e com imagens: Aqui!

Texto de Alexandre Monteiro – Especialista em Decifrar Pessoas sou@pessoab.pt linguagemcorporal.blogs.sapo.pt Nº1 Nacional a partilhar a Linguagem Corporal para todos. Publicado originalmente na 11 edição da revista Desporto&Sports

Espreite a última edição da nossa revista 

Há mais de 70 páginas que ainda não conhece – clique abaixo

Espreite a última edição da nossa revista

Há mais de 50 páginas que ainda não conhece - clique abaixo