O mexicano Layún surpreendeu no treino do plantel do FC Porto há alguns anos, ao utilizar uma máscara para simular treino em altitude. A training mask é utilizada por muitos atletas de alto rendimento, com os seus efeitos a serem considerados positivos em diversas áreas da fisiologia. Segundo  A BOLA, a ideia do lateral será o aumento a frequência cardíaca e tornar mais eficaz a utilização do oxigénio, tudo com o objetivo de melhorar os níveis de resistência.

Mas o que são afinal estas máscaras? Alguns desportistas de elite norte-americanos adoram esta invenção. LeBron James utiliza máscaras de treino para ser melhor. Estes acessórios foram desenhados para reproduzir alguns dos benefícios do exercício feito em altitudes elevadas e assim obter mais
rendimento nos treinos. O mais provável é já ter visto alguém com esta máscara na passadeira do seu ginásio.

Ao reduzir a quantidade de oxigénio que inala, os pulmões e o coração têm de se esforçar mais e o corpo tem de renovar a utilização das reservas de energia. Depois, quando participar sem máscara numa corrida ou prova, o corpo utiliza o oxigénio de maneira muito mais efcaz, criando um aumento substancial da sua força, resistência e ainda velocidade.  Segundo a ciência, no entanto, as máscaras não melhoram o rendimento – isto relevando as descobertas dos investigadores da Universidade do Oklahoma State (EUA), com as forças militares norte-americanas:  Cadetes militares que treinaram com máscaras durante um período de seis semanas não apresentaram nenhuma melhoria na força ou resistência em comparação com os que treinaram sem ela.

As máscaras não ajudam e podem danifcar o rendimento, pois não trocam o conteúdo do oxigénio do ar. A máscara simplesmente dificulta a respiração, o que pode provocar padrões respiratórios pouco funcionais.

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